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Confia na tua intuição!

Ouve a voz da Tua Alma! Parte 01

De: Eduardo Rosinelli

 

Meu texto de hoje será diferente.

Eu não vou dissertar sobre o assunto “intuição”, mas vou descrever detalhadamente o que ocorreu comigo no Domingo passado, dia 01 de Outubro, entre 10 horas da manhã e meio dia. Os fatos ocorridos explicam bem o assunto em questão. Por isso tomei a Liberdade (autorizada) de contá-los aqui.

 

No Domingo pela manhã, fui tomado por uma dose excessiva de ansiedade. Seria o meu último domingo com 37 anos, visto que na quarta-feira faria 38. Esse pensamento ficou martelando na minha cabeça e sabia que eu tinha que fazer algo a respeito, só não sabia o que!

Resolvi fazer uma caminhada pelas ruas do bairro, apesar do tempo chato e nublado.

 

O sentimento de ansiedade foi tanto, que enfim saí de casa. Eram 10 horas da manhã aproximadamente.

Saí sem ter noção de onde iria, pra onde iria. Sendo assim, fiquei ali parado na calçada por alguns segundos.

Sem saber o que fazer, simplesmente parei de racionalizar sobre o fato, esvaziei a mente e me permiti levar pela minha intuição.

Até que instantaneamente, veio a primeira manifestação.

 

– “Vá por ali.“ – Disse uma voz interna. Pra não gerar controvérsias exageradas, vou chamar essa voz simplesmente de “Voz da minha intuição”. E esse é um tipo de “voz” que você não ouve com os ouvidos, mas sim com a mente consciente.

 

Obedeci e “fui por ali” tal qual me havia sido solicitado. Fui andando e refletindo sobre mais um ano de vida que havia se passado. As coisas boas e as coisas ruins, etc, etc...

 

Pelo caminho tomado, acabei racionalizando a respeito e decidi que iria subir até a avenida movimentada e chegando lá veria o que iria fazer. Puro engano, pois minha “voz” me levaria para outro lugar.

 

Ao cruzar uma determinada rua, ouvi:

 

- “Siga à direita nesta rua.“ – Aquela idéia de ir até a avenida movimentada foi pro saco!

Segui à direita e mais pra frente, entrei à esquerda, conforme fui orientado novamente. Fui seguindo mais algumas orientações de caminho, até que percebi que estava sendo levado para o Cemitério Municipal de Curitiba.

Continuei a caminhada até chegar ao cemitério, porém fui levado para um portão lateral que eu nem sabia que existia.

 

Ao entrar no cemitério, saudei a Linha Esquerda e as Almas, em uma breve e discreta saudação.

Nos meus tempos de Umbanda, fui instruído a praticar uma série de rituais que deveriam ser cumpridos ao entrar em um cemitério. Porém, eu nunca fui muito de ficar seguindo rituais, pois o que vale pra mim, é a INTENÇÃO.

 

Entrei e fiquei sem saber o que fazer, até que:

 

– “Vá por ali.“ – Indicou novamente. E foi assim até que me deparei com o Cruzeiro do cemitério. Local onde está localizada uma grande Cruz e com várias velas queimando em volta, além de outros objetos.

 

Chegando lá, percebi o que estava ocorrendo. Fui levado até ali, para limpar todas as negatividades, mágoas, tristezas, sentimentos ruins que ficaram impregnados em minha aura, no transcorrer do meu ano pessoal. Pois dentro de poucos dias, entraria em um novo ano pessoal e deveria entrar LIMPO neste meu novo ano.

 

Pois é, por mais maravilhosa que seja a vida, passamos por alguns momentos de sofrimento e estes deixam suas marcas. E lá estava eu, guiado pela minha intuição, pronto para limpar toda e qualquer marca negativa que estivesse sobre mim.

 

Posicionei-me em frente à Cruz e lá iniciei uma série de orações e vibrações para descarregar as negatividades. Senti um peso grande saindo de meus ombros e o mesmo sendo levado para a Cruz, onde com certeza, a minha Linha Esquerda e meus Guias, se encarregariam de neutralizar.

 

Enquanto eu trabalhava, um homem se aproximou da Cruz, cumprimentou-me e posicionou-se do outro lado, de modo que eu não pudesse vê-lo, pois ele estava bem atrás da Cruz.  Comecei a ouvir o homem rezando, mas não conseguia identificar o que ele dizia.

Tudo bem; continuei com meu trabalho, sem qualquer interferência.

 

Porém quando terminei meu trabalho e já estava pronto pra ir, minha “voz” se manifestou novamente.

 

– “Aguarda, pois você servirá de Pilar de Sustentação para o trabalho desta pessoa.

 

Ao “ouvir” isto, eu levantei a minha guarda, fechei os meus canais e terminantemente me neguei a ficar. E questionei:

“Eu não!! Eu não sei o que esse cara tá fazendo!! Nem o conheço!! Vou embora!!”

 

Porém, instantaneamente a voz do homem ficou um pouco mais alta e eu pude perceber o que ele dizia. Ele estava ali, pedindo pela saúde de alguém. Como sempre trabalhei na Linha de Cura e senti de coração que o pedido era para o BEM, resolvi ficar e contribuir. Não abri os meus canais de proteção (Orai e Vigiai), mas ali permaneci em silencio, servindo de sustentação*.

 

* As vezes, um médium desprende uma energia muito forte em determinados trabalhos o que o faz até perder os sentidos, dependendo do grau de desprendimento. Para isso, outros médiuns se posicionam próximos e este, vibrando e doando uma parte de sua energia, em prol de um trabalho que geralmente deve ser de Cura ou Limpeza. Esses médiuns são os Pilares de Sustentação.

 

Em determinado momento, veio uma nova manifestação, dizendo:

- “Seu trabalho aqui terminou. Pode ir, sempre em frente e sem olhar para trás.”

 

Fui!! Caminhando pelo cemitério, procurando o mesmo portão o qual havia entrado, uma placa de um dos túmulos me chamou a atenção. Li meio de relance enquanto passava, continuei caminhando alguns passos, mas não resisti. Contrariando à solicitação de minha “voz”, eu voltei pra ler com atenção o que estava escrito naquela placa.

 

E estava escrito:

Eduardinho. Nascido e falecido em 23/10/1953”.

 

E logo abaixo, um lindo poema, uma homenagem de seus pais.

Parei um pouco ali e orei por este Ser, para que ele estivesse em Paz.

No meio da oração, um pensamento perturbador me veio à cabeça:

“Estaria eu, orando para mim mesmo?”

A resposta para esta pergunta é:

“Eu não sei. E nunca saberei.” – Minha “voz” interna permaneceu em silêncio. Terminei o que estava fazendo, e fui embora dali, seguindo sempre em frente e sem olhar para trás, tal qual havia sido instruído...

 

 

Meus queridos amigos, o texto já está bastante longo para os padrões deste blog e vou terminando esta primeira parte por aqui.

Prometo que a segunda e última parte será transcrita ainda esta semana.

 

Desta parte, fica um pensamento:

 

Quando não souber o que fazer, nem pra onde ir, silencia a mente e ouça a Voz de sua Alma. Ela lhe indicará o caminho correto, mesmo que a principio pareça ser o caminho diferente aos seus anseios. Tens o direito de questionar, ou até mesmo negar o que lhe for solicitado. Porém, pensa bem, pois a Voz de Tua Alma quer apenas o teu Bem e o Bem de todos os que cruzam o teu caminho, mesmo que por uma fração de segundo.”

 

A todos, uma semana Iluminada. Agradeço a sua visita!

 

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